A Loga assume o protagonismo no conceito de Gestão de Humanização Organizacional (GHO), que visa fortalecer a cultura organizacional e promover a melhor experiência dos colaboradores.

Além disso, procura potencializar pessoas com propósito e ser uma organização preocupada em engajar soluções de impactos positivos para a construção de uma sociedade mais justa.

Com a pandemia, o universo organizacional tradicional deixou de existir. Empresas e colaboradores tiveram que adotar novos modelos de trabalho, por exemplo o home office.

Por causa disso, desde 2020, início do período pandêmico, a Loga se dedicou a reestruturar e analisar a sua forma de trabalho e se relacionar com as pessoas. Ainda mais que a empresa leva em seu DNA coorporativo ser relacional com o Logado e com seus colaboradores.

A GHO vem para contribuir na vida das pessoas, passando a olhar cada colaborador na sua individualidade.

A GHO vem do princípio de empresas humanizadas. Termo aplicado por Raj Sisodia, David B. Wolfe e Jag Shethos, autores do livro Empresas Humanizadas “Pessoas, Propósito e Performance”.

Na obra dos autores diz que “uma empresa humanizada é uma organização que se empenha para ser bem-vista por todos os chamados stakeholders, praticando o capitalismo consciente”.

Desta forma as áreas que cuidam das pessoas e dos clientes se tornam protagonistas em ampliar o sentimento de empatia, amor, paixão, compromisso, fidelidade, segurança, comprometimento.

“Com a pandemia, aumentamos o cuidado à vida de todos, do cliente ao fornecedor, do colaborador a seu familiar. Isso fortalece a responsabilidade das organizações sobre os seus atos e como suas decisões impactam os stakeholders”, disse a gestora de GHO, Sônia Rocha.

E trabalhar em uma empresa de telecomunicações, onde o principal serviço (a internet) se tornou ainda mais essencial para a sociedade e para o mundo, se intensificou.

“Tínhamos que garantir as pessoas que elas poderiam se relacionar, trabalhar, visitar virtualmente seus entes queridos, muitas vezes em leitos de UTI. Acompanhar tudo por diversos meios de comunicação e tomar decisões por meio da nossa conexão. A humanidade no nosso negócio se tornou ainda mais real para todos”, acrescentou Rocha.

“Com as experiências vividas na pandemia, nos encaixamos como uma luva no modelo de gerar capital consciente e humanizado. Gerar encantamento nas pessoas que colaboram conosco de forma direta e indireta, e incentivá-las na paixão por nossa organização, reforçar que suas conquistas são possíveis dentro da nossa estrutura e que os impactos nos resultados são indiscutíveis”, analisou a gestora de GHO.

A Loga entende que o Projeto é amplo, transcende as vias empresariais e se une a vida das pessoas e impacta a sociedade como um todo. Desta forma, reforça aos colaboradores que é possível realizarem seus sonhos através do crescimento de conhecimento e capacitação.

“Dentre tantos desafios que estamos passando, devemos buscar e trabalhar as pessoas com os pilares da gestão humanizada, sendo pessoas Conscientes, com Propósito Inspirador e Performance Superior”, revelou Rocha.

Quando se fala sobre humanização, muitos setores e empresas capixabas e nacionais têm abordado o tema. Já que é uma demanda que aumentou e se potencializou com efeitos da pandemia.

“Uma verdadeira gestão humanizada é extrair das pessoas suas skills e potencializar dentro do objetivo organizacional, com propósito e senso de pertencimento”, informou a gestora de GHO.

Ela concluiu que nestes casos a empresa passa a ser reconhecida e admirada pela sociedade como organização preocupada a engajar pessoas e fazer parte da solução de tantas demandas sociais com impacto positivo.

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